G E O G R A F Í A

F OG O   - Está ubicada al oeste de la Isla de Santiago, tiene la forma de un círculo con una superficie de 476 km2.

Es la Cuarta Isla en dimensión y la más alta por su volcán FOGO de 8 kilómetros de diámetro con sus 2.829 metros de altura, ubicado en el CHÄ das CALDEIRAS.

Se caracteriza por la cantidad de piedras de color negro, siendo la Isla más caliente del archipiélago.

Su suelo al pie del volcán se observa la sobreposición de las lavas emanadas de las remotas erupciones.(Las últimas en el año 1951 y en Abril de 1995).

En CHÄ das CALDEIRAS se observa la Floresta de MONTE VELHA un enorme parque natural, perímetro forestal con árboles grandes: como los pinheiros y eucaliptos que contrastan con la aridez de la isla.

SALINAS DE S.JORGE - Al norte de S.Felipe se puede ver una playa de arena negra, asociada a grutas y recifes.

COVAS de MOSTEIROS con tres cráters, dónde están las esculturas NOSSA SENHORA DO SOCORRO, pequeña capilla sobre el mar; la Iglesia de S.Lourenço e Ponta Verde a 18 km de S.Felipe.

Actualmente no existe ninguna extracción de sal en la isla.

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ILHA DO FOGO

O Fogo é uma ilha aproximadamente circular localizada no Sudoeste do arquipélago, ocupando neste o quarto lugar em superfície (476 km2).

Já no que respeita à topografia, é a ilha que apresenta formas de relevo mais notáveis, com uma altitude máxima de 2829 m para um diâmetro máximo de apenas 25 Km.A forma básica da ilha é um cone assimétrico cujo centro está deslocado para Nordeste.

Os declives médios do edifício variam entre 12º nas zonas Sul e Oeste, 18º na zona Norte, até 25º (o declive máximo é 28º) no flanco Este da ilha (Bebiano, 1932; Ribeiro, 1960).

   

O topo do edifício cónico foi truncado e no seu lugar observa-se uma caldeira em forma de hemiciclo, localmente referida como a "Chã das Caldeiras", com cerca de 9 km de diâmetro e abertura para Este.

A escarpa que contorna a base da caldeira tem um declive próximo da vertical, chegando a medir cerca de 1000m no seu ponto mais alto.

Na parte interior da "Bordeira", como é conhecida localmente a escarpa, observam-se inúmeros filões que em alguns casos são correlacionáveis com cones adventícios no seu exterior (Ribeiro, 1960).


No flanco Leste da ilha, numa zona delimitada por duas escarpas que surgem na continuação das secções Norte e Sul da "Bordeira", não se observam cones adventícios, coincidindo ambas as escarpas com as terminações dos dois conjuntos plataforma/arriba da zona Leste (Ribeiro, 1960).

Esta zona é constituída unicamente por materiais emitidos pelo sistema vulcânico que se formou no interior da Chã das Caldeiras.

Do interior da Chã das Caldeiras, de fundo plano, apenas acidentado por vários cones de escória e escoadas de lava, ergue-se o cone eruptivo principal que, com cerca de 1100 m de altura, atinge a altitude máxima de 2829 m (correspondendo ao ponto mais alto da ilha).

O "Pico do Fogo" ocupa em relação à superfície da ilha uma posição ainda mais excêntrica do que a caldeira e o seu flanco oriental descai directamente para o mar num declive aproximado de 32º (Ribeiro, 1960).

No Pico do Fogo não se regista actividade eruptiva desde o século XVIII, persistindo apenas actividade fumarólica na sua cratera com cerca de 500m de diâmetro e no flanco Norte (Ribeiro, 1960).

Das erupções históricas e anteriores resultaram os cones adventícios no sopé do Pico do Fogo e na planície da Chã, numa grande parte ainda sem sinais de erosão, e concentrando-se preferencialmente a Norte e a Sul do Pico do Fogo (Day et al., 1999).

Os piroclastos e as lavas destas erupções formam o enchimento plano da Chã, tendo estas últimas em muitos casos extravasado os seus limites correndo pelo flanco Leste, por vezes até ao mar (Ribeiro, 1960).

V O L V E R